e agora o segundo semestre deste ano que ainda acabei há uns dias. a par do que fiz no final do primeiro semestre, aqui, decidi fazer um resumo destes últimos meses.
Estatística II, Neuropsicologia, Percepção e Atenção, Ciências Sociais, Motivação e Emoção
Estatística II correu-me muito melhor que Estatística I, acabei com 15, a minha melhor nota até agora. fiz quatro frequências, duas práticas e duas teóricas. safei-me muito melhor nas práticas, tirei 4.5 na primeira e 5 na segunda (de 0 a 5). era muito mais fácil estudar para a parte prática, era fazer exercícios basicamente, para além de que a A também me deu explicações a esta parte e viu-se os resultados. já nas teóricas tirei 2.2 na primeira e 2.8 na segunda (de 0 a 5 também). aqui eram escolhas múltiplas sobre a parte mais aborrecida da matéria e ainda voltámos a fazer a parte prática, que foi o que me deve ter safado, sinceramente. não há muito a dizer sobre esta cadeira, que já não tenha dito. é, basicamente, aprender a trabalhar um programa de computador, o SPSS, que vamos utilizar quando fizermos a tese no mestrado. no entanto, as frequências têm pouco a ver com o programa. a única coisa em comum com o programa, é que o professor mete-nos lá as tabelas com os resultados que obteríamos no programa e trabalhamos a partir daí. esta, juntamente com Neuropsicologia, foram as duas cadeiras a que eu fui a mais aulas.
Neuropsicologia é com o mesmo professor da cadeira de Neurociências do Comportamento do primeiro semestre. estava à espera de ter tido melhor nota, mas paciência, acabei com 13. fiz duas frequências, um trabalho e ainda uma experiência, que me deu um valor de bónus. as duas frequências foram uma vergonha, 6 na primeira e 6.5 na segunda. na primeira frequência, houve muito boas notas (o prof esqueceu-se de mim, só pode!) e o professor decidiu que na segunda, a cotação seria a descontar. ou seja, não havia mais aquela coisa do "nunca deixo nada em branco, tento sempre responder, nem que seja à sorte". por exemplo, cada pergunta valia um valor. se acertasse três, tinha três valores. mas na pergunta seguinte, se errasse, já só tinha dois valores. se não respondesse, não cotava, nem descontava. enfim, mas não sei como, ainda tive melhor nota do que na primeira. foi o trabalho que me safou, tive 17. enquanto que na cadeira do primeiro semestre, estudávamos o funcionamento do sistema cerebral, aqui estudámos as lesões cerebrais. estava mais entusiasmada com esta do que com a primeira, não sei o que aconteceu. ainda fui a recurso, mas fiquei na mesma. como já disse em cima, esta era uma das cadeiras à qual ia a quase todas as aulas. as teóricas, porque às práticas ninguém ia, ou melhor iam naquela que fosse a sua vez apresentar. estas serviam apenas para apresentação de trabalhos, que não serviam de nada para os outros, a não ser que fossem fazer a cadeira por avaliação final e portanto, os artigos seriam avaliados no exame.
Percepção e Atenção é, na minha opinião, tal como Raciocínio e Linguagem, uma cadeira mais de investigação. passámos o semestre a estudar ilusões de óptica, os tempos de reacção e coisas assim. fiquei com 11, também não sei bem como. só tive uma frequência, na qual tive 9. fui a recurso tentar melhorá-la, era 30 mil vezes pior, tinha estudado mais e mais uma vez tive a mesma nota. tive 2.75 no relatório (de 0 a 4), o meu grupo ficou bastante surpreendido, esperávamos muito mais! e tive ainda um valor de bónus duma experiência. deixei de ir a tantas aulas a meio do semestre.
Ciências Sociais até era bastante interessante, deve ser praticamente como Sociologia. não fui a muitas aulas, porque eram à sexta-feira de manhã. tivemos bastantes problemas com os professores quanto à avaliação. só tínhamos um exame e tive 3 na época normal. tinha-me concentrado demasiado em exames dos anos anteriores e lixei-me. os professores demorararam imenso a entregar as notas e acabaram por revelá-las no dia anterior ao recurso e tiveram que disponibilizar uma nova data e podíamos escolher. eu sabia perfeitamente que tinha de ir a recurso, sabia o que tinha feito, e podia muito bem ir à primeira data, mas confesso que me desleixei um bocadinho e deixei para a segunda data. aproveitei para estudar o dobro do dobro, apliquei-me mais e ainda estou à espera da nota. devo dizer que estou bastante confiante que vou passar, mas tenho muito medo. no exame da época normal, muita gente estava muito confiante que ia passar também e acabaram com negativa. como já tinha falado aqui, só passaram 40 pessoas em 176. foram logo todos pedir revisão e deu asneira claro. uma rapariga, que lhe tinham dado 7, descobriu que afinal, tinha um 13, escandaloso! os professores tinham-se esquecido de cotar o segundo grupo, enfim.
Motivação e Emoção penso que seja, até ao momento, a cadeira mais relacionada com Psicologia. tem, como o próprio nome indica, a ver com motivação e emoção. fiz duas frequências e um trabalho e acabei com 13. na primeira frequência tive 4.15 e na segunda tive 2.00 (de 0 a 7). tínhamos de obter um mínimo de 2.80 em cada frequência, portanto tive de repetir a segunda frequência em recurso e consegui subir para 2.95. no trabalho tive 5.50 (de 0 a 6), fiquei bastante contente. comecei a deixar de ir a tantas aulas, porque a professora não tinha jeito nenhum para dar as aulas e então, de vez em quando, lembrava-me de ir só à segunda parte da aula, ver os trabalhos.
e agora.. dúvidas? algum futuro caloirinho que esteja a pensar ir para Psicologia em Coimbra? ou Psicologia noutro sítio?
Gostei! :D
ResponderEliminarBeijinho*
já tomei uma decisão... vou optar por deixar a psicologia de lado e arriscar para serviço social... não sei se é o melhor, mas vamos ver :x
ResponderEliminaro mal da psicologia é mesmo que é um curso onde o desemprego é praticamente garantido.
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